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PREÇOS DE COMBUSTÍVEIS

Publicado em: 16/04/2018 07:25:26

Os combustíveis derivados de petróleo são commodities, ou seja, produtos comercializados no mundo todo por grande número de compradores e produtores e têm, portanto, seus preços atrelados aos mercados internacionais. A exemplo da soja, do trigo, do aço, entre outras commodities, suas cotações variam diariamente. Do mesmo modo, o câmbio também tem ajustes diários.

Assim, a Petrobras não tem o poder de formar esses preços. O que a companhia faz é refletir essa variação de preço do mercado internacional. Como o valor desses combustíveis acompanha a tendência internacional, pode haver manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias e terminais.

As revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis.

Clique aqui para ver o preço médio atual dos combustíveis nas refinarias e terminais da Petrobras.

PREÇO DA GASOLINA
O valor da gasolina cobrado pela Petrobras é um dos fatores que compõe o preço na bomba. O preço do etanol anidro e margens das empresas distribuidoras e revendedoras, além de tributos, também influenciam o preço final da gasolina.

 

Composição de preços ao consumidor

Dados baseados na média dos preços da gasolina ao consumidor das principais capitais.

PREÇO DO DIESEL
Assim como no caso da gasolina, o valor cobrado pela Petrobras nas refinarias e terminais pelo diesel também é apenas um dos componentes do preço do produto cobrado na bomba. Tributos, preço do biodiesel e margens de distribuidores e revendedores também influem.

 

Composição de preços ao consumidor

Dados baseados na média dos preços do diesel ao consumidor das principais capitais.

PREÇO DO GÁS DE COZINHA (GLP residencial)
Assim como ocorre com o diesel e a gasolina, no caso do GLP de uso residencial (chamado de gás de cozinha), a Petrobras vende o produto para as distribuidoras, que por sua vez envasam o GLP em botijões de até 13 quilos e o vendem aos revendedores. A Petrobras determina somente o preço do produto vendido nas refinarias e terminais.

 

Composição de preços ao consumidor

Dados baseados na média dos preços do GLP ao consumidor das principais capitais.

A POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRAS PARA A GASOLINA E DIESEL
Em outubro de 2016, a Petrobras adotou uma nova política de preços para a gasolina e o diesel vendidos em suas refinarias e terminais. O compromisso da Petrobras é não praticar preços abaixo da paridade internacional. Isso quer dizer que a companhia usa como referencial o preço do combustível no mercado internacional e adiciona custos, como frete, taxas portuárias e outras despesas que um importador incorra para disponibilizar o produto nos locais de venda, além de uma margem.

 

A política também leva em consideração a participação da Petrobras no mercado. Assim, ao obter uma maior aderência dos preços domésticos ao mercado internacional, a Petrobras passa a ter mais agilidade para trabalhar em um nível de preço e participação de mercado que, combinados, gerem o máximo valor para a companhia.

 

Mesmo com os ajustes mensais, o prazo de 30 dias ainda permitia que os importadores continuassem trazendo muito produto para o mercado brasileiro.

 

Assim, em junho de 2017, a Petrobras revisou a política e passou a aumentar a frequência de ajustes nos preços buscando maior agilidade na tomada de decisão e aderência de mais curto prazo em relação aos movimentos do mercado internacional. A partir de 03/07, os reajustes passaram a ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente, garantido maior competitividade para os produtos nos pontos de venda para as distribuidoras.
A POLÍTICA DA PETROBRAS PARA O GLP RESIDENCIAL
Em 2017, a Petrobras aprovou uma nova política de preços para a venda do GLP de uso residencial (chamado de gás de cozinha) às distribuidoras, com base na resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que reconhece como de interesse da política energética nacional a comercialização do GLP de uso doméstico a preços diferenciados e inferiores aos praticados para os demais usos.

 

Em janeiro de 2018, a Petrobras divulgou a revisão da política de preços do GLP de uso residencial. A referência continua a ser o preço do butano e propano comercializado no mercado europeu acrescido de margem de 5%. A revisão alterou a frequência dos reajustes de mensal para trimestral, com o objetivo de suavizar os repasses da volatilidade dos preços do mercado internacional para o preço doméstico.

 

A Petrobras também introduziu um mecanismo de compensação pelas diferenças entre os preços que seriam praticados pela política anterior e aqueles adotados pela metodologia atual, sem, portanto, impactar negativamente o resultado da companhia.
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