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Destaques do resultado - 3T17

Publicado em: 13/11/2017 19:25:19

O lucro líquido da Petrobras atingiu R$ 5,0 bilhões nos 9M-2017, revertendo o prejuízo registrado no mesmo período do ano anterior e refletindo a melhora no desempenho operacional, em linha com as métricas estabelecidas no planejamento estratégico da companhia. No 3T-2017, o lucro líquido atingiu R$ 266 milhões, mesmo patamar do 2T-2017.


O indicador de segurança (TAR) continuou mostrando avanços e atingiu ao fim do período 1,09 acidentado registrável por milhão de homens-hora. O índice Dívida líquida/EBITDA ajustado, também escolhido como métrica de topo da companhia, foi reduzido de 3,54 em 31.12.2016, para 3,16 em 30.09.2017.


O EBITDA ajustado foi de R$ 63,6 bilhões nos 9M-2017, com margem de 31% e estável em relação ao mesmo período do ano anterior. Este resultado mostra que a redução nas despesas operacionais e o aumento das exportações, com preços mais elevados, compensaram a queda das margens de derivados. Além disso, houve menores gastos com importações pela maior participação de petróleo nacional na carga processada e do gás nacional no mix de vendas. No trimestre, o EBITDA ajustado foi de R$ 19,2 bilhões, também estável em relação ao período anterior.


Com a geração operacional estável e a redução de investimentos, a companhia alcançou um fluxo de caixa livre de R$ 37,5 bilhões nos 9M-2017. Na visão trimestral, o fluxo de caixa livre foi de R$ 14,7 bilhões no 3T-2017, completando, portanto, o décimo trimestre consecutivo de fluxo de caixa livre positivo.


A continuidade de uma gestão ativa da dívida possibilitou o alongamento do prazo médio de 7,46 anos em 31.12.2016, para 8,36 anos em 30.09.2017 combinado com uma redução no custo da dívida que saiu de 6,2% ao ano para 5,9% ao ano na mesma comparação. O endividamento líquido em dólares caiu  9% passando de US$ 96,4 bilhões em 31.12.2016 para US$ 88,1 bilhões em 30.09.2017.


Nos 9M-2017, a Petrobras registrou produção total de petróleo e gás natural de 2.776 mil boed, sendo 2.660 mil boed no Brasil, 3% acima do registrado nos 9M-2016.


Já as vendas de derivados no mercado doméstico foram impactadas pela retração da demanda e pela concorrência mais acirrada com os demais players, atingindo 1.959 mil bpd, uma queda de 6% em comparação com os 9M-2016. A companhia manteve sua posição de exportadora líquida com saldo de 385 mil bpd, em função do aumento em 39% das exportações de petróleo e derivados e da redução em 19% das importações, em comparação aos 9M-2016. Contribuiu para a diminuição das importações o aumento da participação de óleo nacional na carga processada.


No trimestre, os destaques foram o aumento das vendas de diesel, a melhora das margens de distribuição de derivados e de geração de energia, além da redução das margens de refino. Além disso, o resultado foi impactado por itens não recorrentes como gastos com adesões aos programas de regularização de débitos federais e contingências judiciais.

A seguir estão resumidos os principais destaques do resultado do 3T17:

Veja aqui a apresentação.
Assista aqui a coletiva.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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